Presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga não esconde seu desconforto com o governador Mauro Mendes (DEM) pela exclusão dos municípios na proposta de reforma da Previdência estadual.
Na avaliação de Neurilan, a decisão de Mendes fez perder o sentido uma cobrança que o próprio governador fez – e, diga-se de passagem, não foi atendido – quando o que tramitava era a reforma federal.
Na época, Mendes queria que o texto aprovado no Congresso já incluísse Estados e municípios.
“Nós, os municípios, acabamos virando o patinho feio da Previdência. Somos os mais responsáveis pela execução das ações e sequer participamos da elaboração daquilo que devemos executar”, reclamou Neurilan.
A lei complementar que alterou o texto nacional da Previdência também impede que os municípios passem para o regime próprio de administração do serviço. O último a fazer a transição no Brasil foi Jangada (70 km de Cuiabá).
Eles têm até o dia 31 de julho para se adequarem às novas regras.




