Tirar dúvidas sobre saúde (a própria ou de outra pessoa) com ferramentas de inteligência artificial está se tornando um hábito frequente. A conclusão é de um estudo realizado na Austrália, mas que provavelmente reflete um comportamento mundial.
A pesquisa envolveu mais de 2 mil entrevistados e, entre eles, cerca de 10% já tinham usado o chatGPT (ou outra IA semelhante) para tentar resolver uma situação médica.
Os mais propensos a fazer isso são os homens (52,7%) com idade entre 25 e 34 anos (26,3%).
Outro dado interessante da pesquisa é que a maioria das pessoas (quase 80%) que recorreu a inteligência artificial para resolver problemas de saúde vivia na capital, ou seja, teoricamente, tinha acesso facilitado a serviços de saúde.
IA na saúde
O uso de ferraementas de inteligência artificial, de fato, tem revolucionado o campo da medicina. A China, por exemplo, já se prepara para abrir um hospital operado apenas por “médicos robôs”. Mas as condições de treinamento dessas IAs ainda preocupa alguns especialistas.
No Reino Unido, pesquisadores já pediram ao governo para, pelo menos, desacelerar o projeto de usar inteligência artificial para “prever” doença, já que os dados usados para treinar a ferramenta estariam descartando a diversidade genética de populações não européias.
E você, já consultou o doutor GPT alguma vez?




