A mudança de modal de transporte coletivo em Cuiabá e Várzea Grande, de VLT para BRT, deve custar menos para o governo de Mato Grosso e para os usuários. Um comparativo, apresentado nesta segunda-feira (21) pelo governador Mauro Mendes (DEM), mostra uma diferença de 43% no preço para a instalação do Bus Rapid Transit.
O Veículo Leve sobre Trilho custaria mais R$ 763 milhões para ser concluído. Já o BRT, com 54 ônibus, está estimado em R$ 430 milhões. Os dados são partes de estudo encomendado pelo Estado para avaliar a viabilidade de modal.
Para o usuário, o custo seria no mesmo patamar de variação. A tarifa para VLT teria que ser registrada em R$ 5,29. Enquanto isso, a passagem para o BRT está estimada em R$ 3,04 (-42%).
A previsão é que a ordem de serviço seja autorizada em agosto do próximo ano.
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“A mudança foi decidida também pensando no usuário, na comodidade, no preço. Com o sistema do BRT, a finalidade é transporte coletivo. O tempo de viagem do usuário será reduzido e poderá custar menos”, disse o secretário de Fazenda, Rogério Gallo.
O governador Mauro Mendes anunciou a escolha pelo BRT em coletiva de imprensa no fim da tarde desta segunda-feira. Segundo ele, o pedido para mudança de objeto no projeto foi protocolado no Ministério do Desenvolvimento Regional na sexta-feira (18). O objetivo é acelerar os trâmites para o início das obras e garantir o financiamento de R$ 200 milhões da União.
O governo estima que o BRT ficará pronto para uso público em 24 meses após a assinatura da ordem de serviço. Esse prazo também seria menor que o estimado para o VLT, que precisaria ser liberado judicialmente de oito processos em trâmite na Justiça estadual, antes de a obra, estimada em 48 meses, dar os primeiros passos.




