O ex-presidente da Unimed Cuiabá Rubens Carlos de Oliveira Junior foi preso hoje (30) na Operação Bilanz. A Polícia Federal também prendeu o economista Eroaldo de Oliveira, que ocupava o cargo de CEO na época do mandato de Rubens.
Ambos foram presos por suspeitas de participar de um suposto esquema que teria causado prejuízo de R$ 400 milhões. Rubens Carlos de Oliveira mora em Minas Gerais desde a época da auditoria nas contas da cooperativa em Cuiabá.
Ele continua como membro da Unimed, mas fora proibido de ocupar cargos de chefia nas franquias da Unimed no Brasil e seus laboratórios foram descredenciados da rede de serviços.
Conforme publicado pelo LIVRE, Rubens Carlos de Oliveira Junior ocupou o cargo entre 2019 e 2023, logo depois foi realizada a auditoria que teria encontrado manobras nos relatórios administrativos, para esconder o suposto rombo e R$ 400 milhões.
Em abril de 2024, ele pediu direito de resposta às acusações da nova diretoria da Unimed e disse que as informações da auditoria eram “fantasiosas”. Ele justificou a investigação interna como disputa política entre ele e membros do conselho que viria a ser eleito.
A Operação Bilanz da Polícia Federal, deflagrada na manhã de hoje (30), leva em conta o prejuízo de R$ 400 milhões apontados na auditoria. Os investigadores apontam crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, falsidade ideológica e estelionato.




