Quando candidata em 2010, a ex-presidente Dilma Rousseff defendeu uma parceria entre a iniciativa privada e o SUS para tornar viável o programa de saúde brasileiro. Depois de 10 anos, Dilma mostra que mudou de ideia ou que esqueceu o passado.
Na época, sustentava que a parceria seria fundamental para trazer qualidade ao sistema de saúde brasileiro.
“Efetivar o SUS significa necessariamente articular essa relação, seja através de parcerias público-privadas, seja através de parcerias de gestão, pra dar cada vez mais qualidade à serviço que é tão essencial pra população”, disse a petista durante a campanha.
Entretanto Dilma criticou o decreto de Jair Bolsonaro que abria espaço para que a iniciativa privada trabalhasse junto ao SUS.
Pelo Twitter, Dilma chegou a acusar Bolsonaro de destruir o Sistema Único de Saúde. A petista alega que o decreto era na verdade uma forma de desmonte e destruição do Sistema de Saúde Brasileiro.
“O decreto de Bolsonaro e Guedes que autoriza a privatização das Unidades Básicas de Saúde é um passo decisivo para a destruição do SUS. Mais de 150 milhões de brasileiros têm apenas o SUS como forma de acesso a atendimento médico”, escreveu a petista.
A líder petista não apresentou nas publicações, onde criticava Jair Bolsonaro, os motivos que levaram ela a mudar de ideia sobre a parceria entre SUS e inciativa privada.





