Atualmente, cerca de 420 adultos em idade produtiva morrem todas as semanas no Reino Unido devido a doenças cardíacas e derrames. O número representa um aumento de aproximadamente 12% desde 2020.
Diretor científico e médico da British Heart Foundation (BHF), Bryan Williams afirma que o cenário já presenta um retrocesso de quase 15 anos, nos avanços que a medicina vinha fazendo nessa área.
E a obesidade é apontada como o principal motivo desse aumento preocupante.
O excesso de peso pode levar ao acúmulo de gordura nas artérias, aumentando a pressão arterial e, consequentemente, favorecendo a formação de coágulos que podem causar um ataque cardíaco ou um derrame.
E, embora você não seja britânico, há alguns sinais e cuidados que vale a pena ficar de olho.
Como saber se você está na zona de risco de um ataque cardíaco?
Histórico familiar: se algum parente próximo faleceu de doença cardíaca antes dos 65 anos, é importante redobrar a atenção e procurar orientação médica. Você pode ter uma herança genética.
Dieta rica em gordura: uma alimentação com muito colesterol pode causar o estreitamento dos vasos sanguíneos, aumentando o risco de bloqueios e, consequentemente, de ataques cardíacos ou derrames.
Pressão alta constante: ter picos de pressão alta ocasionalmente pode acontecer, mas se isso se repetir algumas vezes na semana, é um sinal de alerta e você deve procurar um médico.
Como sair da zona de perigo?
Pare de fumar: o cigarro aumenta o risco de aterosclerose, que é o estreitamento das artérias, facilitando a formação de coágulos.
Faça exercícios físicos diariamente: caminhar um pouco mais de 2 mil passos por dia já pode diminuir o risco, mas, se puder, invista em uma atividade aeróbica mais intensa, como uma caminhada mais rápida.
Evite alimentos processados: eles são cheios de problemas, mas o pior para o coração é o excesso de sal, que eleva a pressão arterial. Dê preferência a alimentos frescos e naturais.
Durma bem: a privação de sono não causa diretamente doenças cardíacas, mas estudos mostram que a exaustão e o cansaço aumentam a probabilidade de coágulos. Ter uma boa noite de sono, portanto, pode ajudar bastante.




