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Alexandre de Moraes proíbe apoiadores de Bolsonaro de vincularem PT com PCC e Celso Daniel

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Lucas Bellinello

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que perfis de políticos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) apaguem publicações que associem o Partido dos Trabalhadores à morte do ex-prefeito Celso Daniel e à organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Caso os apoiadores se neguem a apagar essas publicações, terão que arcar com uma multa de R$ 10 mil por dia e R$ 15 mil para novas publicações.

Apoiadores famosos

Entre os apoiadores do chefe do Executivo listados na decisão de Moraes estão o senador e filho do presidente, Flávio Bolsonaro (Republicanos), os deputados Hélio Lopes (PL), Carla Zambelli (PL), Otoni de Paula (MDB) e o assessor especial da Presidência, Max Guilherme.

Decisão do STF

Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes classificou essas publicações como fraudulentas e interessadas em servir a interesses obscuros.

“Há nítida percepção de que as mentiras divulgadas objetivam, de maneira fraudulenta, persuadir o eleitorado a acreditar que um dos pré-candidatos e seu partido, além de terem participaram da morte do ex-prefeito Celso Daniel, possuem ligação com o crime organizado, com o fascismo e com o nazismo, tendo, ainda igualado a população mais desafortunada ao papel higiênico”, escreveu Moraes em sua decisão.

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21 de abril de 2026 20:18