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CNA e MAPA debatem registro de defensivos para pequenas culturas

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Redação

No Brasil, os produtores dessas culturas, como tomate, pimentão, brócolis e morango têm dificuldades para combater doenças e pragas devido à burocracia na aprovação e no registro de produtos fitossanitários.

No Brasil, os produtores dessas culturas, como tomate, pimentão, brócolis e morango têm dificuldades para combater doenças e pragas devido à burocracia na aprovação e no registro de produtos fitossanitários.

“O produtor precisa de amparo legal para trabalhar de forma segura. Hoje, demoram cerca de oito anos para registrar um produto, então ele fica sem alternativas para proteger as lavouras”, disse o assessor técnico da Comissão Nacional de Fruticultura da CNA, Eduardo Brandão.

Foto: Tony Oliveira

O assessor explicou que o assunto é uma demanda antiga do setor. “Desde 2010 estamos tentando aumentar a grade de pesticidas disponíveis para frutas e hortaliças. Fizemos um levantamento das prioridades da cadeia de hortifrúti e apresentamos ao Ministério da Agricultura, que vai analisar o documento”.

Outro assunto debatido no encontro foi a prorrogação da Instrução Normativa Conjunta ANVISA/SDA Nº 02/2018, que define os procedimentos para a aplicação da rastreabilidade na cadeia produtiva de vegetais.

“A ideia é prorrogar o prazo da entrada de vigência da IN para fevereiro de 2020. Assim, teríamos um ano para organizar o setor produtivo, pois 90% dos produtores que não têm rastreabilidade e estão se adaptando a norma são pequenos”.

AgriTrace Vegetal

O Instituto CNA lançou no ano passado uma plataforma que auxilia os produtores de frutas e hortaliças a cumprirem as exigências estabelecidas pela normativa. A regra já começou a valer para os produtores de citrus, maça, uva, alface, batata, alface, repolho, tomate e pepino desde agosto de 2018.

Participaram da reunião a superintendente técnica adjunta da CNA, Natália Fernandes, o consultor de Fitossanidade da CNA, Tom Prado, o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal do Mapa, Carlos Goulart, o coordenador geral de Agrotóxicos do Mapa, Carlos Venâncio, além de representantes da Associação Brasileira de Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) e do Instituto Brasileiro de Horticultura (Ibrahort).

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