O vereador por Várzea Grande Kleber Feitoza (PSB) alegou “perseguição política” como a razão de ser alvo de operação policial. Ele citou a prefeita Flávia Moretti (PL) como uma pessoa que estaria tentando implicá-lo em crime.
Kleber Feitoza foi alvo da Operação Escambo Eleitoral deflagrada hoje (11) pela Polícia Federal. Seu gabinete na Câmara dos Vereadores e sua casa foram vistoriados por investigadores no começo da manhã, por suspeita de compra de voto. Ele disse que não sabe por que se tornou alvo da Polícia Federal.
“Eu tenho sentido várias pressões, inclusive igual ao presidente do CRM (Conselho Regional de Medicina), que nem sabe do que está falando, quer aparecer. Estão usando as forças todas contra mim”, disse.
Kleber Feitoza foi alvo da operação junto com o colega Adilsinho (Republicanos), cujos gabinete e casa também foram vistoriados por policiais. Eles são suspeitos de comprar voto na eleição municipal de 2024, inclusive oferecendo fornecimento de água como troca de voto.
Além da operação, Feitoza também está envolvido em uma polêmica com o CRM-MT (Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso). Ontem (10), o presidente do conselho, Diogo Sampaio, disse que pedirá a cassação do mandato do vereador por invadir uma sala de descanso de profissionais num postinho de saúde.