Tatuador cuiabano impressiona por reproduções de fotografias e grafite na pele

Tatuagens, de tão realistas, parecem ter saído dos muros direto para a pele ou "coladas" como fotos em um álbum de família

Em meio à multiplicidade de nomes da tatuagem em Mato Grosso, se manter no mercado não é tarefa fácil. Mas o tatuador cuiabano Pedro Wagner acredita que apresentar algo novo e trabalhar bem as estratégias de comunicação, pode ser muito eficaz para o êxito do artista.

Com quase 27 mil seguidores no Instagram, ele faz sucesso ao transpor na pele dos clientes retratos e quadros, com traços que, em muito, lembram o nanquim – e impressionam pelo realismo – ou cujas cores parecem ter sido delineadas por pinceis e não uma agulha.

Em outras vezes, reproduz traços de sprays usados nos grafites, outra arte do qual é entusiasta.

A intimidade com as artes visuais vem de casa. O artista de 24 anos foi influenciado pela mãe, que é artista plástica.

“Aprendi a desenhar muito antes de aprender a escrever. E, então, veio a pintura. Fui absorvendo diversas técnicas e, desde então, estive sempre inserido no meio artístico”.

E ele se mantém financeiramente, com sua própria arte.

Ousadia

Segundo Pedro, que mantém o estúdio Dotwork Brasil, muitas vezes, o cliente pode chegar com uma ideia bem convencional e, depois da conversa, apostar em algo mais original.

“Mesmo quando é algo relativamente simples, dou um jeito de deixar o desenho mais original. Mas eu gosto mesmo é quando sou desafiado”.

Um exemplo é quando o cliente chega com uma fotografia, quadro ou imagem de um grafite a serem reproduzidos na pele.

 

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Até que encaixou legal ne?? Kkkkk Foi foda realizar esse trabalho 🤘 Mais de 6h de agulhada pra eternizar o avô do @ronancunha_tattoo 👏👏

Uma publicação compartilhada por Pedro Wagner | Tattoo (@pedrowagnerarte) em

O jovem que começou tatuando na própria pele, considera que não há limites para a criação artística.

Quer conhecer mais do trabalho dele? Acesse perfil no Instagram.

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* Giovana Lucas é estudante do 2º semestre de Jornalismo na Universidade Federal de Mato Grosso

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