Carregando...
Geral

Radar passa a multar

Foto de Camilla Zeni
Camilla Zeni

O radar instalado no ano passado na Avenida Miguel Sutil, em frente ao supermercado Comper, vai – finalmente – começar a funcionar nesta sexta-feira (8). O equipamento, que custa, em média, R$ 5 mil, ainda não havia sido colocado em funcionamento por falta de aferição do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

De acordo com a Prefeitura de Cuiabá, o radar teria sido aferido em dezembro passado e, desde então, já registrou irregularidades cometidas pelos condutores. No entanto, durante o período, os motoristas apenas receberam multas educativas. A partir desta sexta-feira, no entanto, quem for flagrado cometendo uma infração de trânsito passará a sofrer as penalidades.

A prefeitura lembrou que, na região, a velocidade máxima permitida é de 60 km/h, sendo que a multa por excesso de velocidade pode chegar a R$ 580, dependendo da gravidade do caso.

Notícias em primeira mão

Junte-se à nossa comunidade exclusiva no Whatsapp e seja notificado sobre os furos de reportagem e análises profundas antes de todos.

Últimas Notícias

EspeciaisGeral

Paixão que atravessa gerações: álbum da Copa vira febre de crianças e adultos em Cuiabá

Entre trocas, negociações e muita animação, O Livre registrou a paixão cuiabana pelas figurinhas da Copa; Veja imagens!
Política

Abilio se consolida como o prefeito mais influente do país nas redes sociais

Prefeito de Cuiabá entra no Top 15 da política brasileira e lidera entre os gestores municipais em presença e engajamento nas redes sociais.
Política

STF muda regras de punição para juízes e magistrados investigados no TJMT podem perder o cargo

Mudança no entendimento jurídico pode alterar desfechos de processos disciplinares em andamento no TJMT e no CNJ
Geral

Em votação relâmpago, Senado derruba regra de acolhimento a crianças vítimas de violência sexual

Senadora Damares Alves celebrou medida como “vitória da família”, enquanto Governo Federal e entidades alertam para o enfraquecimento da rede de proteção às vítimas