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Professores que não aderiram à greve vão ter que provar para receber salário

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Gabriela de Lima

Professores e profissionais da rede estadual de ensino que não estiverem de acordo com a greve da categoria – iniciada no dia 27 de maio – vão ter que provar que estavam interessados em trabalhar, mas que foram impedidos, para não ter parte dos salários descontados. Segundo a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), esses casos devem ser informados à Assessoria Pedagógica que atende à unidade escolar em questão.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública (Sintep), paralelo às assembleias gerais já promovidas e nas quais ficou decidido que a greve teria início e seria mantida, apesar do corte de ponto, escolas têm promovido assembleias internas para decidir se vão ou não abrir as portas. Em ambos os casos, a maioria vence.

Parte da minoria, dois professores da Escola Estadual Marcelina de Campos, localizada no bairro Jardim Santa Amália, em Cuiabá, encontraram na polícia uma alternativa para provar que queriam, sim, dar suas aulas, mas acabaram impedidos. Eles registraram boletins de ocorrência quando encontraram as portas da escola fechadas.

Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM) vem afirmando que é inviável para o Estado conceder o aumento de 7,9%, uma das pautas reivindicadas pela categoria. Para promover o corte dos salários, o governo tem se embasado em uma decisão do Supremo Tribunal Federal.

Segundo o governo do Estado, até o início desta semana, 35 tomaram a decisão de voltar às atividades. Mato Grosso tem cerca de 700 unidades de ensino mantidas pelo governo estadual e o sindicato sustenta que o corte de salários não enfraqueceu o movimento grevista.

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