Sempre que você vai comprar algo ou algo lhe é oferecido, é natural ter objeções, tais como: eu preciso disso? Isso é bom? O preço é justo? Qual a procedência? Entre várias outras possibilidades.
Porém, há formas de contornar as objeções — algumas até de modo instantâneo.
Hoje trago à luz apenas uma dessas formas, que é a indicação.
Tomando-me como exemplo, os médicos presentes na minha vida e na da minha filha foram todos referenciados por alguém de confiança.
Na maioria dos casos as redes sociais coroaram a indicação; em outros nem isso, porque o profissional não tinha redes, era low-profile. A confiança é algo que demora a ser conquistada, por isso vale muito.
Ao mesmo tempo, a confiança pode ser perdida em segundos. Isso explica porque essa transferência tem tanto valor, pois ela pode encurtar o caminho até um produto ou serviço de uma maneira única.
Mas no final do dia, é isso: sem confiança, não há negócio — ainda que essa confiança seja em uma plataforma ou software, e não em um ser humano.
E isso está muito ligado a ser algo ou alguém conhecido, porque há aquela máxima de que o conhecido vence o melhor — até porque o conceito de “melhor” pode ser relativo, a depender da situação.
Às vezes a recomendação é praticamente espontânea quando há resultados claros em questão.
Por exemplo, uma pessoa que estava em depressão e agora se encontra muito bem. É natural quererem saber se a pessoa fez terapia, se tem uma psiquiatra no processo. Ou uma pessoa que emagreceu — vão perguntar sobre a nutricionista, o personal.
Os resultados falam por si só. A indicação também.
Por isso cada cliente importa; cada interação com a marca é um tijolo na construção dessa reputação.
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Marco Túlio é publicitário, estrategista digital e está sempre com novos conteúdos no seu Instagram @omarco.tulio




