Nova variante sem sintomas

Secretário de Saúde disse que pessoa vinda da África testou negativo, não tem sintomas, mas está em quarentena

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

O secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, informou nesta quarta-feira (1º) um caso suspeito da nova variante da coronavírus – a ômicron – em Várzea Grande. As informações preliminares são de que a pessoa chegou recentemente da África do Sul e está sendo monitorada.

Até o momento, segundo o secretário, a pessoa não apresentou sintomas de covid-19 e o exame para a doença teve resultado negativo. Mesmo assim, ela segue em quarentena.

“Por força de ter vindo da África do Sul, estamos tomando todas as medidas sanitárias para acompanhamento”, reforçou.

Nesta semana, três casos da nova variante foram registrados em São Paulo. Apesar da situação de alerta, Figueiredo tranquilizou a população.

“É quase impossível uma nova variante da covid-19 chegar em todos os lugares do mundo. E terão novas variantes, enquanto não tiver uma cobertura vacinal que passe de 90% no mundo”, ponderou.

O secretário disse ainda que o monitoramento para novas variantes será o mesmo do início da pandemia. Caso haja a confirmação de um caso, será feito o rastreamento e a testagem de todos que tiveram contato com o paciente infectado. Neste caso, todos devem ser mantidos em isolamento social.

“Não existe registro do caso no Estado ainda. Se tivermos notícia, faremos o cerco para o controle”, reforça. “Não há motivos para desespero. Queria que esse desespero que parece  existir, refletisse na busca das pessoas pela vacina”, disse.

Sem reveillon, Carnaval e eventos

Gilberto Figueiredo aproveitou o asusnto para tornar público que, diante deste cenário, é contra a realização das festas de final de ano e carnavalescas de 2022.

“Vai contra a orientação da ciência. Todos os secretários de Estado do país são unânimes em dizer que devemos evitar as aglomerações desta natureza. A pandemia se disseminou muito mais durante o Carnaval de 2020, no Rio de Janeiro, Salvador”, lembrou. “Não estamos ainda fora da pandemia”.

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