17 de abril de 2026 13:07
Cidades

Mauro Mendes promete começar a equilibrar as contas do governo

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Laíse Lucatelli

O governador Mauro Mendes (DEM) comemorou a aprovação do pacote de ajuste fiscal do governo e prometeu dar início imediato à construção do equilíbrio financeiro no governo. Porém, ele projetou ainda um cenário financeiro grave nos próximos dois meses, inclusive com problemas para manter os salários em dia. A votação dos projetos, que levou 15 dias entre o envio e o aprovação final, foi tumultuada. Nesta semana, protestos dos servidores públicos, que ocuparam o plenário da Assembleia Legislativa por dois dias, acirraram ainda mais os ânimos.

“É um conjunto de medidas extremamente importantes para Mato Grosso. O Estado ganhará muito com esses novos regimes. Podemos começar a dar passos na direção correta, fazendo um trabalho de aumentar a eficiência da máquina pública e reduzir o custo. No médio prazo, poderemos melhorar o atendimento à população”, disse Mendes, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (25).

“Lamentamos o atraso nos salários e vamos trabalhar muito para mudar essa realidade nos próximos meses. Fevereiro não será um mês fácil e março será pior ainda, pois teremos que pagar R$ 140 milhões ao Bank of America, e é impossível não pagar”, completou.

Mendes disse que todas as emendas serão analisadas e não indicou quais deve vetar. “Em muitas emendas não vejo grandes problemas, algumas não impactam diretamente no grande objetivo. Mas a Procuradoria Geral do Estado (PGE) vai analisar a legalidade, constitucionalidade e pertinência de todas”, disse.

O governador sinalizou que vai manter a emenda que retira restrição a promoções e progressões de carreira na Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual. Segundo ele, esses aumentos não são responsáveis por grande impacto nas despesas do governo.

Ele deixou transparecer, ainda, a vontade de vetar a retirada dos Poderes da mesma lei, se encontrar brecha para isso. “A Lei de Responsabilidade Fiscal era para todos os Poderes, mas houve modificação de um deputado excluiu. Se for um artigo, posso vetar, mas se for uma emenda modificativa ou supressiva, dependendo do ponto em que ela foi inserida, eu destruo a lei, aí não tem como vetar”, disse.

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