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Maioria dos deputados de MT votou pelo retorno das coligações partidárias

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Reinaldo Fernandes

Os partidos políticos poderão continuar a se agrupar para concorrer a cargos públicos nas eleições de 2022. A Câmara Federal derrubou, em sessão nessa quarta-feira (11), o artigo do projeto da reforma eleitoral que instalaria o distritão. 

O modelo passaria a contar os votos em candidatos a deputado estadual e federal nominalmente, como ocorre para senador, governador e presidente (majoritário). O distritão foi derrotado por 339 votos contra e 149 a favor. 

O placar entre os deputados federais da bancada de Mato Grosso ficou em cinco votos pela retirada do distritão da reforma, um pela aprovação e duas abstenções. 

Ou seja, aprovaram o retorno das coligações Juarez Costa (MDB), Neri Geller (PP), José Medeiros (Podemos), Nelson Barbudo (PSL) e Rosa Neide (PT). O voto contra foi de Valtenir Pereira (MDB). Emanuel Pinheiro Neto (PTB) e Leonardo Albuquerque (SD) se abstiveram. 

A Câmara Federal já havia rejeitado o distritão em 2015 e 2017. Desta vez, ele passou pela comissão especial que analisa a reforma eleitoral, com o dobro de votos. Porém, o retorno das coligações entrou em plenário, em destaque, por meio acordo costurado pelas lideranças partidárias. 

O projeto terá que ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro até outubro para valer para as eleições de 2022. Pela regra em vigor, os partidos estão proibidos de se unirem em coligação. Eles dependem da aprovação das coligações para sobreviverem no cenário político. 

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