14 de abril de 2026 07:07
Justiça

Mãe afirma que tem autorização judicial de viagem e não está fugida da justiça

servidora autismo
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Redação

Tatiana Muller de Oliveira, mãe do menino de 3 anos cujo pai, o advogado Thiago Conceição Silva, entrou com um pedido na Justiça para que seja repatriado ao Brasil, afirmou que levou o filho para Europa para protegê-lo.

Ao LIVRE, Tatiana confirmou que Thiago não estava autorizado a ver o filho por meses, mas, diferentemente do que citado pelo advogado, ela disse que a motivação é que uma pessoa próxima ao genitor estaria molestando a criança, o que teria sido comprovado em escuta especial realizada com o menino.

Ela afirmou, ainda, que quando se relacionava com o advogado era vítima de violência doméstica e que teria sido ameaçada caso denunciasse o abuso sexual sofrido pelo filho. Porém, ainda assim, ela realizou a denúncia em maio de 2023.

“Venho sendo ameaçada constantemente por ele e sua família”, afirmou Tatiana.

Segundo a mãe, o advogado Thiago Conceição Silva não teria aceitado o acordo para afastar a pessoa acusada de abuso sexual e, por isso, perdeu a permissão para realizar visitas aos filhos.

“As juízas já tentaram várias vezes ver a melhor forma do pai ter contato com o filho, visita assistida, ou até mesmo sem a presença do **. E o pai não quer. Eu estou à disposição da Justiça. Sempre estive”, disse Tatiana ao LIVRE.

Ela frisou, ainda, que foi para a Europa com o filho com autorização judicial e que só quer proteger o filho.

“Não estou fugida, nem sumida da Justiça, o pai não tem direito a visitas por conta do abuso sofrido. O que eu mais quero é proteger meu filho, mas ele não arruma uma solução para viver próximo ao filho e criar ele de maneira protetora e saudável”, lamentou a mãe.

Outro lado

Ao LIVRE, Thiago Conceição negou qualquer tipo de ameaça ou agressão à ex-esposa, disse que não há sequer um boletim de ocorrência ou processo judicial em relação a isso Em relação ao suposto abuso sofrido pelo filho, disse que a denúncia feita por Tatiana é bem posterior à data em que o casal se separou – cerca de dois anos e meio – e que portanto não haveria a possibilidade de o filho estar sendo vítima desde essa época e que não há procedimento judicial em relação a isso. Thiago também afirmou que não há e nem nunca houve qualquer decisão judicial o impedindo de ver o filho.

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