Governo mantém prazo de entrega do novo Hospital Júlio Müller

De acordo com a Sinfra, a execução do projeto está adiantada e a previsão é que a construção dos blocos seja iniciada no segundo semestre de 2022

(Foto: Mayke Toscano/Secom-MT)

A primeira fase das obras do Hospital Júlio Müller, localizado na rodovia Palmiro Paes de Barros (MT-040), foi visitada pelo governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, em companhia do Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Marcelo de Oliveira. O projeto está com 5% de execução e o prazo de entrega que é para outubro de 2024 está mantido, segundo Mendes.

A visita técnica aconteceu na manhã desta quarta-feira (27) e a Sinfra apresentou ao governador informações sobre o trabalho de terraplanagem realizado até o momento.  

Oliveira reforçou que as atividades iniciaram no final de 2021, antes do previsto, que era janeiro deste ano. Portanto, conforme o titular da Sinfra, a obra está adiantada e a fundação dos blocos deve começar no segundo semestre. A Secretaria reforçou que o projeto prevê a construção de oito blocos hospitalares totalizando mais de 58 mil metros quadrados. Após a entrega do hospital, a unidade será entregue à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O custo previsto na licitação era de R$ 207 milhões e já está em torno de R$ 230 milhões. Agora, a estimativa do governo é o que a execução do projeto custe próximo dos R$ 300 milhões, devido as correções e reajustes previstos em edital, feitos durante os 4 anos de contrato, firmado em parceria entre o Estado e o Governo Federal.

Secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, conversa com o governador Mauro Mendes durante a visita à obra (Foto: Mayke Toscano/Secom-MT )

Mendes lembrou que obra estava prevista para ser entregue em 2014, ainda na gestão do governador Silval Barbosa, mas foi paralisada em 2013, o que o atual gestor definiu como “mais um esqueleto dentre outros existentes no Estado”. O chefe de Estado garantiu que dessa vez o projeto será finalizado e afirmou que não há problemas financeiros que ameacem a conclusão dos trabalhos.

“Os recursos estão 100% garantidos. Nenhuma obra que iniciamos ou reiniciamos teve qualquer problema de pagamento. Se tem alguma empreiteira que parou alguma obra foi por incompetência da empresa ou problema técnico de natureza muito extraordinária”, explicou. “Basta fazer o seu trabalho corretamente, fazer a medição refletindo a realidade daquilo que foi executado e, em 15 dias ou 20, no máximo, o dinheiro está depositado na conta da empresa”, completou.

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