Os robôs aspiradores acabam de ganhar um upgrade e empresas americanas já estão alugando essas máquinas para substituir — ou suprir a falta de — equipes de limpeza inteiras.
Desenvolvidos especialmente para ambientes empresariais, os “robôs faxineiros” são capazes de desinfetar pisos de hospitais, esfregar escritórios de ponta a ponta e até remover a água suja, resultante da faxina.
O serviço de limpeza automatizado foi desenvolvido pela Cardinal Robotics. Sediada na Califórnia, a empresa conseguiu um financiamento de US$ 800 milhões para fabricar 35 mil desses robôs. Cada um deles a um custo aproximado de US$ 25 mil.
Os robôs aspiradores industriais são bem maiores que os que você conhece. Eles têm entre 60cm e 1,2m de altura e usam o mesmo sistema de mapeamento presente em alguns modelos de carros autônomos.
A tecnologia permite que — diferente dos robôs domésticos — eles criem mapas detalhados dos ambientes onde atuam, medindo exatamente a distância entre objetos, evitando colisões. Além disso, o monitoramento do serviço é todo feito de forma remota.
Por que isso importa?
O empreendimento conseguiu financiamento devido à escassez de mão de obra para esse tipo de serviço nos Estados Unidos. E mais do que entregar uma máquina que faça a faxina, empresas como a Cardinal Robotics estão reduzindo os custos dessas operações.
Quem contrata o serviço de limpeza robótica paga uma assinatura mensal, que custa cerca de US$ 3 por hora.
E a Cardinal não é a única. Outras empresas também já estão conseguindo financiamento para implantar sistemas semelhantes em aeroportos e hospitais de todo o mundo.




