O governador Mauro Mendes (União Brasil) afirmou que sua escolha pelo advogado Ricardo Gomes de Almeida para a nova vaga de desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) levou em conta o perfil técnico e a trajetória profissional do jurista, marcada por “comportamento moral ilibado e profundo conhecimento jurídico”.
“Conheço o doutor Ricardo há algum tempo. Ele tem uma carreira extensa, sólida e com conduta exemplar. Isso me deu segurança para fazer a nomeação”, disse Mendes em entrevista à Rádio Capital FM, nesta terça-feira (4).
Ricardo Almeida foi o nome escolhido da lista tríplice enviada pelo Pleno do TJMT, no âmbito do Quinto Constitucional da OAB-MT. Ele superou os advogados Juliana Zafino Isidoro Ferreira Mendes e Dauto Barbosa Castro, que também concorriam à vaga.
Elogios aos concorrentes
Durante a entrevista, o governador ressaltou que os três finalistas apresentaram currículos sólidos.
Tive a oportunidade de conversar pessoalmente com cada um. Todos demonstraram preparo e compromisso com a advocacia e o Judiciário”, afirmou.
Histórico de indicações
Com a nomeação de Ricardo Almeida, Mendes chega a cinco desembargadores indicados durante seu governo. Antes dele, o chefe do Executivo havia nomeado Hélio Nishiyama (pela OAB) e os promotores Marcos Regenold, Wesley Sanches e Deosdete Cruz (pelo Ministério Público).
“Todos têm desempenhado com seriedade e competência suas funções. Tenho certeza de que o doutor Ricardo também vai honrar o cargo”, completou.
Carreira e formação
Com 26 anos de experiência na advocacia, Almeida é especialista em Direito Empresarial pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Ele foi juiz-membro titular do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) por dois mandatos, entre 2014 e 2019, e também diretor da Escola Judiciária Eleitoral Desembargador Palmyro Pimenta.
Além disso, atuou como conselheiro estadual da OAB-MT e integrou o Tribunal de Prerrogativas da entidade.
A posse ainda será marcada pelo TJMT.
A vaga surgiu após a aposentadoria do desembargador Luiz Ferreira da Silva, que completou 75 anos em 15 de junho, idade-limite para o exercício da magistratura.




