Abílio Junior: conheça os candidatos a prefeito de Cuiabá

Vereador lança candidatura à prefeitura com críticas à infraestrutura e falta de estudos que planejem a cidade

(Foto: O Livre)

Arquiteto por formação, com graduação pela Universidade de Cuiabá (Unic), em 2016, ele entrou para um cargo público no cenário nacional do “Fora, Dilma” e da polêmica das obras da Copa do Mundo em Cuiabá. Agora, Abílio Júnior (Podemos) acredita que pode ser o próximo prefeito de Cuiabá. 

Diz ter sido um dos primeiros a protestar contra a retirada de árvores dos canteiros das avenidas Tenente Coronel Duarte e Fernando Corrêa, onde está planejada a implantação do Veículo Leve sobre Trilho (VLT), em 2013. 

Para ele, a desarborização foi antecipada, sem necessidade, e a consequência seria piora da qualidade de vida. E essa não seria uma decisão isolada, que teria contribuído para deixar Cuiabá para trás no ranking das cidades inteligentes.

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“Ninguém mais pensa a cidade de Cuiabá como um lugar para se desenvolver e aumentar a qualidade de vida de seus habitantes. As obras que estavam previstas na matriz da Copa tinham sido pensadas há 10, 15 anos e ninguém se preocupou em colocar o projeto em execução”, afirma. 

O planejamento teria que ser pensado do aumento do verde distribuído pela cidade à reformulação das calçadas. A ideia de conjunto, diz Abílio, não tem adesão por causa da “divisão” da cidade entre grupos empresariais, segundo ele, com a conivência dos gestores públicos. 

E a gestão de Emanuel Pinheiro (MDB) faria uma confluência desses pontos – falta de projetos de infraestrutura com foco na mobilidade urbana e o acordo com grupos empresariais. 

“Não precisa criar a Time Square e nem teleférico em Cuiabá. É preciso pensar as coisas mais simples. Se pensar as calçadas, o problema de mobilidade para o pedestre só vai aumentar. Mas, os serviços da cidade estão vendidos para um grupo tal ou para outro”, afirma. 

Aos 36 anos e casado, com o primeiro filho a caminho, Abílio diz que sua religião cristã serve para orientar suas ações e não vê problema em lidar com diferentes religiões. 

Política e religião seriam coisas distintas e a primeira é decidida pela aliança que os candidatos fazem. Pra ele, a política deve ser vista sob as dicotomias de direita e esquerda e a velha e a nova. 

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