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Selma e a delação de Alan Malouf

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Redação

A candidata a senadora Selma Arruda (PSL) afirmou nesta terça-feira que não tem vinculação com o assunto “delação do Alan Malouf”, uma vez que determinou sua prisão em outro processo, intitulado Caso Rêmora, que investigava corrupção em licitações da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

Nestas eleições, o partido de Selma faz parte do arco de aliança do governador Pedro Taques (PSDB), candidato à reeleição e principal alvo da delação premiada do empresário Alan Malouf, homologada em abril pelo STF.

“A primeira coisa que precisa ficar clara é que fui eu quem mandei prender o Alan Malouf, o Permínio Pinto e várias outras pessoas acusadas de formar uma quadrilha para fraudar licitações da educação. Cumpri minha parte como juíza de primeiro grau; meu lema em 22 anos de magistratura sempre foi de ‘tolerância zero’ com o crime, seja de bandido comum ou bandido de colarinho branco”, afirmou Selma Arruda.

Ela esclarece, entretanto, que os fatos que levaram à delação não eram de sua competência, uma vez que envolvia autoridades que possuíam foro privilegiado. “Mesmo assim, acatei pedido do Gaeco e deferi o compartilhamento das provas com o Ministério Público Federal, que é quem tem a competência para investigar o caso”, disse a juíza Selma Arruda.

 

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