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Laura Paschoalick e Nega Lu se apresentam no Teatro do Sesc Arsenal neste sábado

Foto de Maria Clara Cabral
Maria Clara Cabral

Diversidade de ritmos entoados em duas vozes femininas representantes da nova música brasileira, que sobem ao palco do Teatro do Sesc Arsenal neste sábado (28). A mato-grossense Nega Lu e a pau-rodada Laura Paschoalick são as responsáveis pelo show que promete mais uma amostra da música criada em Mato Grosso na Mostra de Música do Sesc.

As apresentações começam às 20 horas, com entrada gratuita. Os ingressos começam a ser retirados com 1h de antecedência.

Luciana Oliveira leva ao público de todo o Estado um repertório alegre e contagiante com levada eclética como vocalista e instrumentista da Banda da Nega, acompanhada de sete músicos. Antes de decidir se lançar nas noites de Rondonópolis – sua cidade natal –  no contrabaixo, como instrumentista de banda baile, Luciana Oliveira iniciou sua trajetória musical cantando e tocando em igreja.

Aos 14 anos montou sua primeira banda como vocalista e em 2015, ganhou notoriedade com o 3° lugar na categoria MPB e em 4° Lugar na categoria inéditas em sua primeira competição. Logo recebeu o convite para participar das audições do quadro Iluminados do programa Domingão do Faustão, TV Globo. No programa X Factor Brasil foi até a 4° fase, se consagrando a campeã do quadro Novos Talentos, da TV Centro América, durante o programa É Bem Mato Grosso.

Luciana Oliveira Nega Lu

Laura Paschoalick é cantora e compositora natural de Marília (SP) e reside em Cuiabá há quatro anos. Sua iniciação musical por meio do projeto Guri de São Paulo, onde cursou coral, violino e teoria musical, a levou aos primeiros passos no canto e violão popular no MusicAll, seus instrumentos de trabalho.

Atualmente vem desenvolvendo o trabalho autoral “Cativa Caatinga”, com referências musicais Ceumar, Pietá, Francisco El Hombre, Kiko Dinucci (Afromacarronico), Juçara Marçal, Metá Metá, Mariana Aydar, Alceu Valença, Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho, Renata Rosa, Alessandra Leão, A Barca, Geraldo Azevedo, Caetano Veloso e Gal Costa.

“A concepção da Cativa Caatinga parte primeiramente da composição das palavras ‘sertão seco’ e ‘ser tão seco. Em seu início a construção é dada pela falta de esperança, indo para o autoconhecimento e depois passando por todo o processo de resiliência, assim sempre comparando a própria existência do “eu” com o processo natural, não podendo descartar essa dualidade entre a seca e a chuva, a qual, através dela, vem a bonança”.

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