14 de abril de 2026 13:43
Crônicas Policiais

Criminoso de Mato Grosso está entre os mortos da Operação no Rio de Janeiro

Foto de Lucas Bellinello
Lucas Bellinello

Um criminoso de Mato Grosso está entre os mortos da Operação Contenção, deflagrada na última terça-feira (28) contra uma facção criminosa que dominava os complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (31) pelo secretário de Polícia Civil do Rio, delegado Felipe Curi.

De acordo com Curi, 121 pessoas morreram, sendo 117 suspeitos e quatro policiais — dois civis e dois militares do BOPE.

Nome ainda não revelado

Dos 117 mortos, 99 já foram identificados, mas a polícia ainda não divulgou o nome do mato-grossense, já que o levantamento não inclui o estado de origem de cada um.

Maior operação da história

O secretário detalhou que 78 dos mortos possuíam antecedentes criminais por homicídio, roubo e associação criminosa. Outros 42 tinham mandados de prisão em aberto. Ele também revelou que 40 criminosos eram de outros estados, entre eles um de Mato Grosso, além de suspeitos do Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Pará e Paraíba.

A operação também capturou 113 pessoas e apreendeu 10 menores de idade. Segundo a polícia, quatro líderes nacionais do tráfico estão entre os mortos, incluindo Chico Rato (AM), Mazola (BA), Russo (ES) e Fernando Henrique dos Santos (GO) — apontados como narcoterroristas que comandavam o tráfico em várias regiões do país.

A Operação Contenção mobilizou cerca de 2,5 mil agentes e foi considerada a mais letal da história do Brasil. O objetivo era cumprir 180 mandados de busca e apreensão e 100 de prisão em uma área equivalente a 1.200 campos de futebol, dominada há anos por facções criminosas.

Heróis do Brasil

Entre os policiais mortos estão Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, comissário da 53ª DP (Mesquita); Rodrigo Velloso Cabral, da 39ª DP (Pavuna); Cleiton Serafim Gonçalves e Heber Carvalho da Fonseca, ambos sargentos do BOPE.

A operação segue sendo investigada pela Corregedoria da Polícia Civil e pelo Ministério Público, enquanto as forças de segurança continuam com ações de estabilização nas comunidades ocupadas.

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