14 de abril de 2026 19:12
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Sócio de box de crossfit é acusado de assédio sexual contra clientes em Cuiabá

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Redação

O silêncio sobre uma suposta série de assédios sexuais foi rompido após uma atleta denunciar o sócio-proprietário de um box de crossfit de Cuiabá por importunação sexual. A.M.L, 37 anos, é acusado de apalpar e cometer atos libidinosos contra as clientes em uma suposta avaliação física, na qual iria medir os resultados da aplicação ilegal de anabolizantes, também feita por ele.

Conforme os boletins de ocorrência registrados na segunda-feira (12), dentro de uma sala reservada, ele pedia para as mulheres tirarem a roupa e, em alguns casos, pedia para tocar as partes íntimas das vítimas. Ele alegava que estava verificando se havia o aumento de clitóris, um dos efeitos mais comuns do uso constante de anabolizantes.

O produto era vendido por ele, que abordava as atletas alegando que elas podiam ter mais resultado nas formas corporais e no rendimento após fazer ciclos com a substância. Ele mesmo auferia a si a autoridade para prescrever, aplicar e avaliar as reações do medicamento no organismo.

A primeira denúncia

O problema veio a público quando ele se excedeu em uma das avaliações e chupou o seio de uma das atletas, que saiu correndo do local e procurou a polícia para fazer a denúncia. Em seguida, uma série de outros relatos começaram a surgir e outros dois também resultaram no registro de boletim de ocorrência.

Em um deles, a vítima disse que sempre ficava constrangida com a situação, mas que o suspeito sempre afirmava que era normal. Contudo, após ouvir o relato de outras vítimas, percebeu que estava sendo molestada.

Um sentimento que foi compartilhado pela terceira vítima. Ela não chegou a se despir, no entanto, em momentos após a avaliação, o acusado deu um tapa na bunda dela. Diante da situação, ela comunicou o outro sócio do box, que a apoiou na denúncia e ainda afastou o suspeito das atividades do negócio no mesmo dia que foi informado do crime pelas vítimas.

O afastamento aconteceu por meio de uma nota divulgada no grupo de Whatsapp de clientes do box, que levou outras vítimas, que ainda não registraram o BO, a procurar a direção da empresa.

Vale lembrar que as vítimas que procuram a polícia também receberam medidas protetivas da Justiça, o que impede o acusado de se aproximar delas.

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