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Depois da China é a vez da Rússia

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Edyeverson Hilário

Após mais sete frigoríficos mato-grossenses receberem autorização para exportar carne para a China, o Instituto Mato-grossense da Carne (Imac) mira o mercado russo. O presidente, Guilherme Nolasco, afirma que o Estado tem produção suficiente para abastecer o mercado interno e externo.

Com o fim das tratativas que duraram mais de um ano – iniciadas pelo então ministro da Agricultura, Blairo Maggi e finalizada pela atual gestão – o alvo agora é o mercado russo que, de acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), neste ano, já recebeu 6,3 mil Toneladas em Equivalente Carcaça (TEC) de carne bovina.

Esse volume representa menos de 10% do total importado pela China e Hong Kong, que juntos figuram como o segundo maior importador da carne mato-grossense. Em valores, o total enviado por Mato Grosso para a Rússia totalizou US$ 61,9 milhões. Já os montantes oriundos dos envios para os países asiáticos somaram US$ 187,9.

Nolasco disse que é cedo para avaliar o quanto a ampliação de mercado pode gerar de receitas, mas acredita que com as últimas habilitações, deve haver uma valorização de pelo menos R$ 5 por arroba.

Leia também:
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21 de abril de 2026 14:49