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Em reunião com Bolsonaro, Mauro Mendes planeja pedir mais recursos para MT

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Laíse Lucatelli

O governador eleito Mauro Mendes (DEM) planeja aproveitar a reunião com o futuro presidente, Jair Bolsonaro (PSL), e mais 17 governadores eleitos, nessa quarta-feira (14), para pedir aumento do Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX). A intenção é que os Estados passem a receber mais recursos como forma de compensar a isenção de impostos dos produtos exportados.

A perda anual para Mato Grosso é estimada em mais de R$ 5 bilhões, e o FEX paga cerca de R$ 500 milhões. “No mínimo, precisamos dobrar o valor dessa compensação. Mas não está fácil para o governo federal”, disse Mendes ao LIVRE.

Como não é obrigatório, o auxílio federal nem sempre é pago. Com o orçamento da fonte 100 de 2018 já esgotado, a União acena com a possibilidade de não pagar o FEX neste ano, e Mato Grosso tenta convencer o governo de Michel Temer (MDB) a remanejar recursos de outra fonte. O FEX previsto para este ano é de quase R$ 1,95 bilhão para todos os Estados.

Mauro participa, na quarta-feira, da reunião organizada por dois aliados de Bolsonaro, Ibaneis Rocha (MDB), eleito para governar o Distrito Federal, e João Dória (PSDB), futuro governador de São Paulo. O encontro da equipe do próximo presidente com 18 governadores eleitos deve começar às 9h, no Centro Internacional de Convenções de Brasília. Devem participar do evento os futuros ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Segundo a Agência Brasil, já confirmaram presença no encontro os gestores eleitos do Acre, Gladson Cameli (PP); Amapá, Waldez Góes (PDT); Amazonas, Wilson Lima (PSC); Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB); de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM); Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB); Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM); do Pará, Helder Barbalho (MDB); Paraná, Ratinho Júnior (PSD); Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC); Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT); Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB); de Roraima, Antonio Denarium (PSL); Santa Catarina, Coronel Carlos Moisés da Silva (PSL); São Paulo, João Doria (PSDB); e do Tocantins, Mauro Carlesse (PHS).

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