|terça, 22 maio 2018

    Wilson Santos diz que descarta ser conselheiro do TCE

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    Ednilson Aguiar/O Livre

    sec. de Cidade Wilson Santos

    Wilson Santos nega acordo com Pedro Taques para ocupar vaga no TCE

    O secretário de Cidades de Mato Grosso, Wilson Santos (PSDB), descartou a possibilidade de ser conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Ventilado nos bastidores como favorito do governador Pedro Taques (PSDB) para a vaga, o tucano negou qualquer movimentação nesse sentido e disse que seu projeto é se reeleger deputado estadual. Para isso, ele deve deixar o cargo no primeiro escalão do governo até o dia 6 de abril para voltar à Assembleia Legislativa.

    “Descarto [ir para o TCE]. Sou candidato a deputado estadual”, afirmou Wilson ao LIVRE. “Essa conversa que o governador fez compromisso comigo para eu ser candidato a prefeito não é verdade. Eu não pedi absolutamente nada ao Pedro nem ao meu partido para ser candidato”, completou.

    Nas eleições de 2016, o grupo governista ficou sem nomes para disputar a prefeitura da capital depois da desistência de Mauro Mendes (PSB) de concorrer à reeleição, na véspera do fim do prazo das convenções. Wilson acabou escolhido com apoio do governador, depois de outros possíveis candidatos recusarem substituir Mendes.

    Wilson negou, também, ter interesse em uma cadeira no TCE. “Eu gostaria mesmo é de ser presidente da República ou governador do Estado. Me agradaria profundamente. Mas já do alto dos meus 56 anos eu sei que isso é impossível”, brincou.

    Ele reafirmou sua intenção em concorrer novamente a deputado estadual. “Tem que ter foco. Quem quer muito acaba ficando sem nada”, comentou. “Meu projeto em 2018 é a reeleição, é renovar minha cadeira no parlamento estadual. Hoje temos seis prefeitos e 19 vereadores que nos apoiam. A disputa pela eleição em Cuiabá reoxigenou nosso nome e na Secretaria de Cidades ampliamos muito nossa base eleitoral”, avaliou.

    Desde dezembro de 2014, há uma vaga em aberto na Corte de Contas, que pertencia ao ex-conselheiro Humberto Bosaipo. A cadeira faz parte da cota do Legislativo. Outros cinco conselheiros foram afastados do cargo em setembro de 2017, na Operação Malebolge, da Polícia Federal, e apenas um titular, Domingos Campos Neto, segue no cargo. Seis auditores substitutos de conselheiro completam o pleno.

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