Wilson Santos dispara que acusação da Bereré é “surreal e ininteligente”

Deputado estadual é suspeito de ter desviado R$ 19,6 mil no esquema

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

Com oitivas adiadas sob a justificativa de que “precisava trabalhar”, o deputado estadual Wilson Santos (PSDB), que seria ouvido pelos promotores do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) na manhã desta quinta-feira (04), afirmou que o montante do qual teria se beneficiado no suposto esquema de desvio de dinheiro investigado na Operação Bereré, representa 0% do total e disparou que a acusação é “surreal e ininteligente”.

Conforme o parlamentar, ele é suspeito de ter desviado R$ 19,6 mil, de um total de R$ 27,7 milhões que norteiam as investigações. “Eu abri mão de R$ 7 milhões do FAP (Fundo de Assistência Parlamentar), que poderia estar recebendo há 23 anos, e ia lavar R$ 19 mil para receber 10%, ou seja R$ 1 mil?”, questionou em tom de ironia, acrescentando que está tranquilo e não tem histórico de recebimento de propina ou “safadeza”.

O deputado declarou ainda que a oitiva foi remarcada para a próxima quinta-feira (05), quando também será ouvido o deputado José Domingos Fraga Filho (PSD). No total, 12 pessoas serão ouvidas na segunda fase da operação que investiga o suposto desvio de dinheiro do contrato firmado pelo o Departamento Estadual de trânsito de Mato Grosso (Detran) com a FDL Serviços de Registro Cadastro, Informatização e Certificação de Documentos Ltda., atualmente denominada EIG – Mercados.

A deflagração da operação foi motivada por depoimentos do ex-presidente do Detran, Teodoro Lopes, conhecido como Dóia, em delação ao Ministério Público Estadual (MPE).

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