Wellington sobre presidenciáveis: “Não virarei as costas para ninguém, nem para meus adversários”

A coligação do candidato ao Governo do Estado Wellington Fagundes tem quatro presidenciáveis

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Com uma coligação formada por dez partidos e quatro presidenciáveis, o senador e candidato ao Governo do Estado Wellington Fagundes (PR) afirmou que todos que vierem para Mato Grosso terão espaço em seu palanque. “Não virarei as costas para ninguém, nem para meus adversários”, declarou durante ato político realizado na noite da última quarta-feira (28).

O grupo conta com partidos dos candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Álvaro Dias (Podemos), bem como com o PV de Eduardo Jorge, candidato a vice na chapa encabeçada por Marina Silva (Rede), e o PP de Ana Amélia, vice de Geraldo Alckmin (PSDB), que conta ainda com o apoio do PR, sigla de Wellington.

Em Mato Grosso, por sua vez, o PSDB e o Rede possuem candidatos ao Executivo Estadual, sendo eles o governador Pedro Taques e o ex-superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Arthur Nogueira.

“Precisamos de todos e eu vou ajudar, mas a decisão é da maioria dos eleitores. Vou pedir voto para aqueles que estão conosco na coligação e todos que vierem a Mato Grosso, e quiserem, eu lá estarei. Talvez venham e eu esteja em agenda no interior, mas não vou virar as costas”, ponderou o republicano.

coligação “A força da união” conta com PR, PV, PP, PTB, PT, PC do B, PRB, PMN, PROS e Podemos.

Adversário não é inimigo

Wellington Fagundes também refutou a possibilidade de utilizar as delações contra o governador Pedro Taques a seu favor na campanha. “Não vou transformar adversário em inimigo, sou concorrente e tenho que ter equilíbrio. A minha trajetória me ensinou a ter tolerância, paciência e não pré-julgar ninguém”.

O candidato ressaltou ainda que existem poderes e órgãos responsáveis por fazer as investigações, que essa não é a função do político. “Político tem que cuidar de propostas, não aproveitar a crise para aumentar o sofrimento da população e não serei eu que farei isso. Estamos em campanha eleitoral e ninguém mais soberano que o eleitor para julgar a vida de cada um”.

Vitória em primeiro turno

Em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, o republicano declarou ainda que está confiante na vitória ainda no primeiro turno das eleições, em sete de outubro. “Estou me preparando há 27 anos como político, mas desde criança sempre gostei disso, faz parte do meu sangue. Além disso, estamos construindo essa candidatura desde que me elegi para o Senado. Eu estou pronto e se tiver que ir para o segundo turno, estou pronto também”.

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