Wellington, o mineirinho

Ele corre pela tangente, se articula nos bastidores e é esquecido pelos possíveis adversários

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Enquanto o governador Pedro Taques (PSDB) e o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM) se atacam publicamente antes mesmo da oficialização das candidaturas ao Governo do Estado, outro pretenso candidato ao Executivo Estadual corre pela tangente, se articula nos bastidores e é esquecido nas trocas de acusações dos possíveis adversários.

O senador Wellington Fagundes (PR) tem assistido a briga do provável candidato à reeleição e do pré-candidato do grupo formado especialmente por dissidentes do Governo como espectador.

Com uma candidatura “confortável” ao Governo, uma vez que ainda tem mais quatro anos de mandato como senador, o republicano continua tentando cooptar apoio ao seu projeto sem expor as articulações.

Perdeu o MDB, que tem o maior tempo de TV, mas pode ter de volta. Dizem que pode perder PP e PTB, mas as lideranças dos partidos se mantêm forte na afirmação de que estão ao lado. Está praticamente fechado com o PT, partido com segundo maior tempo de TV, e ainda pode ter o candidato do ministro Blairo Maggi (PP), deputado federal Adilton Sachetti (PRB), disputando o Senado em seu grupo.

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