Vítima de acidente, rapaz tem perna amputada e pede ajuda para prótese

Jovem já passou por sete cirurgias; motorista responsável pelo acidente não contribuiu em nada

No dia 9 de janeiro, o jovem Alessandro Sartori, 25 anos, foi vítima de um acidente. Quando estava voltando do trabalho, de motocicleta, foi atingido por uma caminhonete que furou a preferencial. Devido à gravidade dos ferimentos na perna, teve que ser submetido a uma série de cirurgias. Na sétima, realizada no dia 26 de abril, teve a perna amputada, da canela para baixo.

Desde o dia fatídico, é ele quem tem arcado com todas as despesas, pois o motorista responsável pelo acidente, até o momento, não honrou com suas responsabilidades. Já sem recursos, Alessandro deu início a uma campanha pelo site de doações virtuais, Vakinha.

“Preciso da ajuda de vocês amigos, familiares, pessoas solidárias para a compra de uma prótese transtibial para minha perna direita, que precisou ser amputada devido a lesões nervosas decorrente do acidente”, explica.

“Precisei usar minhas reservas financeiras para custear o aumento significativo do plano de saúde – que é com coparticipação -, os materiais para os curativos diários, além de cadeira de rodas e outros instrumentos que possibilitaram minha recuperação”, diz na descrição.

O acidente causou fraturas ósseas na tíbia, fíbula, joelho e tornozelo, além do rompimento das partes moles, como tendões, nervos, ligamentos, artérias e veias.

“Na primeira cirurgia, precisei fazer um processo de revascularização, que consiste na retirada de uma parte da artéria da perna esquerda e colocá-la na perna direita. Tive que usar um fixador externo por cerca de três meses e foi necessária a colocação de uma placa e cinco parafusos no meu joelho, já que cerca de dez dias após o acidente, descobrimos que ele também havia fraturado”.

Depois das seis cirurgias e muitos remédios, a equipe médica decidiu amputar a perna, dada a ausência da sensibilidade e movimentos do tornozelo e pé. “No momento estou em recuperação e preparo do coto para enfim escolher e providenciar colocação da prótese, para que eu possa retomar as minhas atividades”.

O valor da vaquinha virtual é de R$ 30 mil, no qual estão incluídos custos de viagem para realizar a colocação da prótese em hospital fora da cidade. “As novas próteses são as únicas capazes de proporcionar uma boa qualidade de vida, sem me deixar manco ou com dores. Conto com a ajuda de vocês”.

Até o fechamento da matéria, Alessandro já havia conseguido R$ 11,4 mil. Para contribuir, clique aqui.

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorCriado há um ano, “CSI de MT” desvenda crimes complexos
Próximo artigoMauro Mendes promete cortar o salário de servidores em greve