“Violência institucional”

Prefeito Emanuel Pinheiro disse que ação do Ministério Público para afastar prefeito por falta de decretos é um "atentado ao estado direito"

Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro classificou como “violência institucional” a investida  do Ministério Público de Mato Grosso contra prefeitos que adotarem medidas próprias para o controle do contágio do novo coronavírus. 

Segundo ele, o recurso do órgão, protocolado neste fim de semana no Tribunal de Justiça, “intimida” os prefeitos e reforça uma considerada exclusão dos prefeitos na elaboração de medidas para frear a pandemia. 

“Causou perplexidade essa tentativa de intimidação por parte do Ministério Público, de ameaçar com afastamento o prefeito eleito em razão de um decreto construído verticalmente. Causa indignação; é uma violência institucional e uma afronta ao Estado democrático de direito”, disse. 

No domingo (28), os prefeitos de cidades polos, como Juína, Cáceres, Cuiabá, Tangará da Serra e Rondonópolis, se reuniram em vídeo conferência para discutir medidas para a contenção do vírus. 

O problema mais discutido é a vinda para Cuiabá de doentes de outros municípios que sobrecarregam o Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a prefeitura da Capital, a fila de espera por leito de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) chegou a 214 pacientes no fim de semana, sendo 75% do interior. 

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