VÍDEO | Queda do Muro de Berlim completa 30 anos: veja relatos de quem esteve lá

Com dois povos, o do ocidente e o do oriente, Alemanha iniciava uma campanha para reunificar o país

Este sábado (9) marca a passagem dos 30 anos da queda do Muro de Berlim, o chamado “muro da vergonha”, que durante 28 anos separou a histórica capital germânica em duas: a Alemanha Ocidental (República Federal da Alemanha) e a Alemanha Oriental (República Democrática Alemã).

O geógrafo Telmo Martino e o jornalista Silvio Queiroz, moradores de Brasília, foram testemunhas oculares daquele momento. Estiveram em Berlim quando o muro era derrubado.

Eles conversaram com a equipe da Agência Brasil sobre o 9 de novembro de 1989, quando o mundo mudou para sempre.

A queda da barreira de cimento e ferro no meio de Berlim representou o colapso do socialismo real sob a liderança da extinta União Soviética (formada pela Rússia, Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Cazaquistão, Estónia, Geórgia, Lituânia, Letônia, Moldávia e Ucrânia) e também implementado pela Bulgária, Hungria, Polônia, Romênia e Tchecoslováquia, além da Alemanha Oriental), países que formavam a cortina de ferro que separava o mundo capitalista e o mundo socialista.

O fim da matriz europeia do socialismo é a antessala do século 21. Um tempo sem Guerra Fria entre americanos e soviéticos, mas com outros riscos a paz e outros muros – maiores e até menos transponíveis do que o Muro de Berlim, como lembra Telmo Martino.

Veja o relato do geográfico Telmo Martino

Silvio Queiroz, então repórter de Veja (hoje no Correio Braziliense), rememora as diferenças e desconfianças entre os alemães do ocidente e os alemães do oriente no início da reunificação, e as dificuldades para a Alemanha se tornar o país de “um só povo” como  o governo adotou como lema.

Veja o relato do jornalista Silvio Queiroz

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