Vice-presidente critica ausência de Galli em anúncio de rompimento de Selma

O vice-presidente do PSL, Nelson Barbudo, disse que Victório Galli foi deselegante

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Embora a candidata ao Senado Selma Arruda (PSL) tenha amenizado a ausência do presidente regional do partido, deputado federal Victório Galli, em seu anúncio de rompimento com a coligação “Segue em frente Mato Grosso”, na tarde dessa sexta-feira (31), o vice-presidente da legenda, Nelson Barbudo, não escondeu seu descontentamento com a atitude do correligionário.

Barbudo, que assim como Galli disputa uma vaga na Câmara Federal, disparou: “Estou aqui representando o PSL e falo em meu nome, não de Galli. Achei um tanto quanto deselegante o meu presidente não acompanhar a nossa candidata numa hora tão importante como essa, em que ela toma a decisão de tocar sua campanha independente”.

Selma Arruda explicou que Galli estava em campanha em Alta Floresta. O vice-presidente, por sua vez, ressaltou que as prioridades do PSL em Mato Grosso são, primeiro, Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República, depois Selma Arruda e somente após os candidatos a deputado federal e estadual.

“Quando da fundação do PSL no Estado, com Jair Bolsonaro, a meta principal foi moral, ética e compromisso com a Pátria. A maioria do partido autorizou a decisão da Selma e, pela linha ideológica de Bolsonaro, ele com certeza avaliza a decisão também”, acrescentou.

Por fim, Barbudo também disse que não irá pedir voto para nenhum candidato à majoritária de outro partido que integra a coligação, inclusive ao governador e candidato à reeleição Pedro Taques (PSDB). “Não pedirei voto. O povo tem autonomia para julgar os seus candidatos e o PSL está do lado de quem prende e não de quem rouba”.

Ao lado de Nelson Barbudo e do deputado estadual Gilberto Cattani (PSL), a candidata a senadora anunciou o rompimento com a aliança pela qual disputa a eleição. Ela entrou em rota de colisão com o PSDB, principalmente com o candidato tucano ao Senado, Nilson Leitão, e decidiu tocar sua campanha separada do restante da coligação. Selma se disse boicotada por Leitão, a quem acusou de fazer um “jogo rasteiro” e desleal.

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