Venda de imóveis tem início de ano positivo, mas cai 15% após pandemia em Cuiabá

A partir de agora, não há previsões animadoras. A expectativa é que os negócios caiam até 50% em relação ao ano passado

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

A venda de móveis em Cuiabá teve um começo de ano positivo. Segundo o Sindicato da Habitação em Mato Grosso (Secovi-MT), nos três primeiros meses de 2020, foram comercializados 1.874 imóveis. Transações que movimentaram R$ 655 milhões.

No primeiro trimestre, a variação foi de 16,38% a mais que no mesmo período de 2019. Tudo indicava que o setor teria um ano bom pela frente, não fosse a pandemia.

Os números caíram conforme cresceram os da covid-19, ou seja, a partir de março. Em comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi de 4,39% nos valores e de 15,35% nas unidades vendidas.

Com os resultados, o Secovi-MT acendeu o alerta vermelho. A partir de agora, não há previsões animadoras para os próximos meses.

No próximo trimestre, a expectativa é que o impacto ultrapasse os 50%, quando comparado com 2019.

Tipos de imóveis mais vendidos

Do total de imóveis vendidos nos primeiros 90 dias deste ano, foram 240 unidades novas, o que representa 12,8% do total das vendas. Já os usados somaram 1.634, o que representa 87,2%.

No segmento de novos, foram vendidas 203 unidades verticais (apartamentos ou salas comerciais em prédios). Outros 21 empreendimentos horizontais e 16 terrenos.

No grupo dos usados, foram 601 unidades verticais, outras 577 horizontais e 366 terrenos. Ainda, 63 imóveis rurais e outros 15 classificados como galpão/telheiro.

Vendas por regiões

Em número de imóveis, a região Leste de Cuiabá teve o maior volume de transações. Foram vendidos 601 imóveis que totalizaram R$ 223,623 milhões.

A região Oeste ficou em segundo lugar, com 556 unidades vendidas e R$ 234,636 milhões movimentados.

Outros 302 imóveis comercializados estão na região Norte da Capital, gerando R$ 88,709 milhões.

Por fim, a região Sul da cidade foi escolhida pelos compradores de 352 unidades ao custo total de R$ 97,266 milhões.

Na zona rural, 63 imóveis foram comercializados. As vendas somam R$ 10,774 milhões.

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