Usuários denunciam situação de Posto de Identificação de Madeira do Indea MT

Segundo os denunciantes, a situação já perdura há alguns anos e tem dificultado cada vez mais o trabalho dos servidores e também dos caminhoneiros

Foto: Assessoria

Servidores e caminhoneiros denunciaram na última semana a situação do Posto de Identificação de Madeira do Indea Mt localizado no Distrito Industrial, em Cuiabá.

Segundo os denunciantes, a situação já perdura há alguns anos e tem dificultado cada vez mais o trabalho dos servidores e também dos motoristas de caminhão que precisam passar pelo posto de identificação.

No local, eles afirmam que além das condições totalmente insalubres em que estão acometidos os trabalhadores, os profissionais do volante também acumulam prejuízos incalculáveis não somente para a saúde, mas também financeiros.

“A poeira que ficamos inalando aqui o tempo todo é insuportável, e ainda temos nossos caminhões quebrando peças, danificando a parte de baixo pelos buracos enormes que tem aqui e às vezes não é possível desviar, até porque não tem lugar que não tenha buraco. E vai ano, vem ano, a situação aqui não muda. Já estamos cansados”, reclamou o caminhoneiro Luiz Carlos Machado.

No local, na manhã desta quarta-feira (16), inúmeros outros caminhoneiros também reclamaram da situação e de prejuízos que estão tendo por falta de estrutura adequada no Posto de Identificação. Conforme o engenheiro florestal e agente de fiscalização Paulo Medeiros, elas ocorrem diariamente.

“Essas cenas acontecem o tempo todo. Temos vergonha de receber o pessoal aqui, porque não temos estrutura, nem o mínimo de conforto para oferecer. E o pior é que todos os dias o pessoal chega revoltado por terem peças quebradas dos caminhões, pneu furado, entre outros problemas”, comentou ele.

A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal de Mato Grosso (Sintap/MT) esteve no local na tarde da terça-feira (15) para averiguar a situação em que se encontram os servidores. Eles cobram uma posição sobre o andamento da reforma do posto, a qual foi determinada pela justiça há cerca de dois anos.

“Nós ficamos mais uma vez indignados com o descaso do Estado. As péssimas condições de trabalho as quais esses servidores estão submetidos são imensas, são desumanas. É revoltante isso e quanto mais tempo levar para começar a reforma, mais problemas surgirão. Lembrando que as dificuldades enfrentadas por eles já foram relatadas e denunciadas por diversas vezes à direção do Indea e à justiça, que mesmo tendo determinado que seja feita a reforma, até hoje nem ao menos iniciada foi”, afirmou a presidente do Sintap/MT, Rosimeire Ritter.

(Da Assessoria)

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