Unic Rondonópolis participa do ‘Nosso Judiciário’

Os estudantes acompanharam a sessão de julgamento da Segunda Câmara Criminal e conheceram o setor de protocolo

Alunos da Universidade de Cuiabá (Unic) do campus de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) conheceram o Tribunal de Justiça de Mato Grosso nesta quarta-feira (16 de maio), por meio do projeto ‘Nosso Judiciário’, que abre as portas da instituição a futuros operadores do Direito.
Na oportunidade, os estudantes acompanharam a sessão de julgamento da Segunda Câmara Criminal, conheceram o setor de protocolo, o corredor dos gabinetes dos desembargadores e foram recepcionados pelo desembargador Marcos Machado no Espaço Memória, que resguarda a história do Judiciário mato-grossense.
“Está sendo melhor do que eu imaginava. A estrutura é muito bonita, organizada, estamos vendo na prática toda a composição do Tribunal. Estudante de Direito normalmente só aprende a teoria e vivencia a prática quando passa em um concurso, por isso vir aqui e aprender in loco é muito interessante”, observa o estudante Gabriel Reis, que está no 3º semestre.
A aluna Cristiane Benevides aproveitou a visita para sentar na cadeira do juiz no Tribunal do Júri que ilustra o Espaço Memória. Para ela, que pensa em ser advogado, essa “foi uma experiência nova muito interessante. Eu nunca tinha visto uma sustentação oral e foi muito importante para a aquisição de conhecimento”.
O desembargador Marcos Machado recepcionou os alunos e aproveitou para explicar conceitos como o Quinto Constitucional, efeitos suspensivos dos recursos, formas de julgamento do TJMT e sistemática de precedentes. Além disso, ele também destacou a importância científica e motivacional do projeto ‘Nosso Judiciário’.
“O projeto em si tem uma cientificidade porque o aluno teoriza durante anos e somente depois que se forma é que começa a ter a relação com a realidade. Essa experiência de visita técnica permite a eles conhecimento da estrutura, funcionamento, o que pensa o juiz que os recebe. Acima disso, há uma motivação muito grande. Aqui é a materialização daquilo que está no imaginário e na expectativa”, pontuou.
O professor Paulo Freitas Junior ratifica a visão do magistrado: “essa visita dá aquela vontade a mais ao aluno de se dedicar ao curso. Ter a oportunidade de vir aqui é algo que não tem precedentes. Os alunos retornam muito mais dispostos, talvez até mais engajados a estudar e levar a sério o curso que escolheram”.
Com Assessoria

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