União oferece 420 imóveis para venda direta com descontos de até 77%

Ofertas de casas, apartamentos e lotes a partir de R$ 4,5 mil, fazem parte da campanha de novembro ‘Blackout’, organizada pela proptech Resale

Imagem Ilustrativa (Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

Em novembro, a Empresa Gestora de Ativos do Governo (EMGEA) que realiza a gestão de bens e direitos provenientes da União e das demais entidades integrantes da Administração Pública Federal, disponibiliza para venda direta, 420 imóveis com descontos de até 77%.

Estas oportunidades fazem parte da campanha Blackout, que consiste em um mês de ofertas atrativas no portal EMGEA Imóveis, parceria com o outlet imobiliário, Resale.

Os ativos podem ser adquiridos por venda direta de forma 100% online, dentro do site. Estas oportunidades estão distribuídas em várias regiões do Brasil, como Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, mas predominam nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, com valores a partir de R$4.508,93, entre casas, apartamentos e lotes.

Também, será realizado, exclusivamente no dia 26 de novembro, o Blackout Day, que terá preços jamais vistos nessas unidades, com ofertas especiais a partir de R$2.459,42 e descontos de até 87%.

“Oferecemos aos compradores um processo totalmente digitalizado e mais segurança no momento da compra desses ativos. São casas, apartamentos e salas comerciais com preços acessíveis e descontos atraentes, que vão diretamente da União para quem quer opções de investimentos ou uma nova moradia”, afirma Fábio Rito, presidente da EMGEA.

“Nossa parceria com a EMGEA tem o objetivo de agilizar a venda de propriedades em todo o país e alcançar o maior número de compradores com preços vantajosos”, comenta Igor Freire, CRO (Diretor de Receitas) da Resale.

Para conferir os imóveis disponíveis, o usuário deve acessar o site e aplicar os filtros de acordo com o interesse: por região, tipo do imóvel, valor, desconto ou situação (ocupado ou desocupado).

(Da Assessoria)

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1 COMENTÁRIO

  1. lindo. Normalmente imóveis que foram adquiridos via a questionável execução extrajudicial. sem qualquer defesa e com valores absurdos sempre se negando a permitir a negociação com os devedores.

    ai pegam imóveis e vendem no mercado de forma supervalorizada .

    muito estranho essa recuperação de ativos que a União usa e , até agora, ninguém via MP , OAB veio a questionar os procedimentos que adotam

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