Troca-troca na vacinação

Confusão na aplicação da 2ª dose compromete eficácia

Foto por: Michel Alvim | SECOM-MT

Entre as pessoas que receberam doses da vacina contra a covid no primeiro mês da Campanha Nacional de Vacinação no país, 16,5 mil receberam a segunda dose divergente da primeira, ou seja, quem se vacinou com coronavac, teve a segunda dose de Oxford/Astrazeneca e vice versa.

A situação foi denunciada nesta sexta-feira (23) no jornal Folha de São Paulo, que acompanhou o relatório das aplicações pelo Datasus e identificou a divergência, que coloca em risco a imunização.

Na reportagem, a imunologista Cristina Bonorino, professora titular da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e membro dos comitês científico e clínico da Sociedade Brasileira de Imunologia, explica que quem tomou doses de fabricantes diferentes não tem nenhuma dose completa.

Ela explicou que cada uma das vacinas tem uma tecnologia distinta e não se complementam. Argumentou ainda que até mesmo o intervalo entre elas é diferente.

O erro na aplicação aconteceu em todos os Estados, exceto Acre e Rio Grande de Norte.

(Informações Folha de São Paulo)

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorUma dose de vacina reduz infecção em até 65%, revela estudo
Próximo artigoEmpresária tem direito de administrar o próprio rebanho chancelado pelo TJMT