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Treinador de futebol americano demitido por rezar em campo receberá apoio de bispos católicos

A entidade assume a função de trazer informações importantes para a defesa do acusado

O ex-treinador de futebol americano escolar Joseph Kennedy, demitido por rezar em campo após as partidas (Fonte: First Liberty Institute)

Na última quarta-feira (2), a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) declarou apoio a Joseph Kennedy, ex-treinador de futebol americano do ensino médio. O esportisa perdeu seu emprego numa escola por ter se recusado a parar de rezar no campo, mesmo que de maneira privada, após os jogos, segundo a Catholic News Agency (CNA).

Essa mesma fonte retoma o caso em questão, de 2015. Na ocasião, a Bremerton High School (BHS) de Washington colocou Kennedy em licença administrativa, não renovando seu contrato para a temporada seguinte. A Suprema Corte dos Estados Unidos ouvirá os argumentos no caso Kennedy v. Bremerton School District em abril.

No processo, o ex-treinador reivindica seus direitos de “agir de acordo com suas sinceras crenças religiosas por meio de breves e privadas orações de ação de graças ao final dos jogos de futebol da BHS”.

A acusação

No documento, a BHS acusa Kennedy de violar a Constituição dos Estados Unidos ao rezar “durante o serviço”. Segundo a escola, esse ato “pode ser coercitivo” e, por isso, aconselhou o cristão a rezar num local afastado do resto do time.

A defesa

O escritório de advocacia americano Becket, especializado em liberdade religiosa, protocolou o apoio da USCCB como o chamado “amigo da corte“. Desta forma, a entidade assume a função de trazer informações importantes para a defesa do acusado, como exemplos de casos semelhantes em que fiéis foram inocentados.

Citando outras religiões praticadas nos Estados Unidos, os bispos alegaram estar “protegendo os direitos da Primeira Emenda”, envolvendo “organizações religiosas e seus aderentes”.

De acordo com a CNA, a representante da Becket, Lori Windham, declarou que “a Constituição [dos EUA] existe para proteger expressões públicas de fé, não para fazer com que os americanos parem de rezar em público”.

“A ideia de que os jogadores do ensino médio tolerariam uma partida violenta [de futebol americano], mas não uma visão de alguém se ajoelhando para rezar ao final da noite é ridícula”, continuou Windham.

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