“Tem meia dúzia de sindicalistas que precisam ter mais vergonha na cara e trabalhar”, diz secretário sobre greve

Domingos Sávio diz que é ridículo servidor se fantasiar de Pedro Taques com faixa de caloteiro

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

O secretário do Gabinete de Governo, Domingos Sávio, afirmou que a mobilização dos servidores estaduais está sendo liderada por “meia dúzia de sindicalistas” que preferem fazer greve e “baderna” em vez de trabalhar. O Fórum Sindical cobra a parcela de 2% da reposição da inflação prevista na Revisão Geral Anual (RGA) prometida para a folha de outubro. Os salários foram pagos na segunda (12) sem o reajuste.

Na assembleia geral desta terça-feira (13), que reuniu cerca de 300 pessoas, três sindicatos de servidores públicos decidiram paralisar as atividades por um dia, e outros seis defenderam a proposta, que deve ser votada pelas suas categorias. Ainda não há data para a paralisação geral, que será definida pelo Fórum Sindical.

“Infelizmente tem meia dúzia de sindicalistas que não colocam a mão na consciência, que não veem o que o governador Pedro fez por eles. Querem saber apenas de greve, greve, greve. Não estão pensando no Estado”, disse. “Meia dúzia de sindicalistas que precisam ter um pouco mais de vergonha na cara e trabalhar. Meia dúzia apenas que prezam pela baderna, que prezam pela injustiça. Mas a sociedade está vendo isso”, disparou.

Domingos Sávio ainda criticou o ato de um servidor se fantasiar de Pedro Taques (PSDB) durante o protesto desta terça-feira (13), com uma faixa de “caloteiro” e um olho tampado, em referência às cirurgias de catarata que foram a marca do seu governo. “Eu acho ridículo esse tipo de atitude. Não é atitude de um servidor público que presta serviço para o estado. O governador pagou todas as progressões salariais, todas as RGAs, ele está impedido de pagar as duas parcelas por conta de uma determinação do TCE”, disse.

“Mas infelizmente tem pessoas que estão jogando para a galera e brincando com a inteligência da sociedade. Sabem da situação econômica que o Estado está passando e ainda assim querem fazer baderna e não trabalhar. Em vez de trabalhar, prestar serviço, preferem estar lá na porta vestido e fazendo graça”, concluiu.

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

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