Som da Salomanos harmoniza com o cenário bucólico de Poconé em show nesta sexta

O palco estará montado no pátio do Sesc Pantanal. A entrada é gratuita

(Foto Fred Gustavos)

Nesta sexta-feira (13), o som de protesto da banda Salomanos sintonizará ao cenário bucólico e canto dos pássaros do Pantanal mato-grossense. Eles apresentam o show O Caminho para a plateia que estará no Pátio do Sesc Poconé, a partir das 20 horas. A entrada é gratuita.

No dia anterior, quinta-feira (12), eles realizaram uma oficina de rimologia no município, para alunos da escola Maria Helena. As duas atividades compõem o cronograma de circulação idealizado com incentivo da Secretaria de Estado de Cultura, a partir da aprovação do projeto da banda, no edital Circula MT.

No trabalho musical, dedicado à produção autoral, a sonoridade da banda é marcada por experimentações musicais e especialmente, pela fusão do rap, reggae e rock. As letras versam sobre o cotidiano e os contrastes sociais.

Esse é o quarto município a ser contemplado com ações do grupo que teve incentivo do Governo de Mato Grosso. Os músicos P. Brother (vocal), Fabrício Pimenta (guitarra), Igor Carvalho (contrabaixo elétrico) e Vinícius Barros (bateria) estrearam a turnê por Primavera do Leste, passando por Cuiabá e Cáceres. Ainda estão previstos shows em outros dois municípios.

De acordo com o vocalista, P. Brother, a circulação por cidades mato-grossenses marca uma nova fase. “Depois do primeiro disco lançado, o Nossas Raízes, nos sentimos ainda mais envolvidos pelas potencialidades e inventividade da música e poder divulgar este trabalho a vários públicos nos deixa com o ânimo renovado e nos dá ainda mais entusiasmo para continuar criando”, declara.

A banda segue empenhada em pesquisar novas sonoridades e agregar ainda mais valores ao trabalho. “A referência sonora do grupo contém toda a diversidade cultural típica do nosso país, permeada por experimentalismos e letras que criticam de forma contundente o flagelo social que envolve as comunidades periféricas e que são sonoramente ignorados por todas as esferas do poder. Falamos sobre conflitos entre classes e o cotidiano da periferia”, diz com a propriedade de quem vivencia essa realidade.

 

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