Setor de serviços: apenas MT e outros três Estados tiveram queda nas atividades

Em nível nacional, o setor comemora o crescimento de 1,2% entre abril e maio

(Foto: Agência Brasil)

Mato Grosso, Rondônia, Piauí e Tocantins foram os únicos Estados do Brasil a apresentar queda nas atividades do setor de serviços em maio desse ano. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira (13) pelo IBGE.

Dos quatro, Mato Grosso foi o que apresentou a menor queda: -0,4%. Em seguida aparecem Rondônia (-0,8%), Piauí (-1,9%) e Tocantins (-2,9%).

Em nível nacional, o setor comemora o resultado: o volume de serviços cresceu 1,2% na passagem de abril para maio e superou, pela segunda vez este ano, o nível em que se encontrava antes da pandemia.

O setor acumulou alta de 2,5%, ainda insuficiente para recuperar as perdas de março (-3,4%), mas já com sinais de aquecimento na maior parte dos seus segmentos de atividades.

Quais serviços?

Das cinco atividades investigadas pela IBGE, três tiveram crescimento em maio. Um dos destaques foi o segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (3,7%).

“A expansão nos transportes tem muito a ver com a queda no preço das passagens aéreas, além do aumento da demanda por esse serviço. O transporte aéreo cresceu 60,7% em maio”, analisa o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Outro destaque foram os serviços prestados às famílias (17,9%), que tiveram a maior alta dentre todas as atividades, embora tenham menor peso (5,6%) no índice.

Ruim, mas nem tanto

Segundo a Fecomércio-MT, o volume de vendas no varejo e na prestação de serviços no Estado atingiram resultados positivos em meio à pandemia, igualando-se, inclusive, ao período anterior à crise político-econômica de 2014/2017.

As atividades do comércio e de serviços, juntas, somaram mais de R$ 1,38 bilhão em ICMS somente no primeiro bimestre de 2021, excedendo em 30% o projetado pelo governo.

Em termos de participação, as atividades respondem por 56% da arrecadação total do imposto, que chegou à marca de R$ 2,45 bi no período.

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorConta de luz cara? Deputados debatem acabar com 16 “taxas” embutidas na fatura
Próximo artigoTJMT adia julgamento sobre verba indenizatória no MP de Contas