Sete secretários e nove membros do segundo escalão devem deixar o Governo Taques

A maioria já decidiu se candidatar nas eleições deste ano, mas alguns ainda avaliam o cenário

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

Até o fim desta semana, sete integrantes do primeiro e nove do segundo escalão do governo Pedro Taques (PSDB) devem deixar os cargos. Com isso, poderão se candidatar nas eleições deste ano. O prazo para desincompatibilização é até o próximo sábado (7), seis meses antes do pleito, que será em 7 de outubro.

Nesta terça-feira (3) já foram exonerados Max Russi (PSB), que deixou a chefia da Casa Civil, e Wilson Santos (PSDB), que saiu da Secretaria de Cidades (Secid). Ambos devem concorrer à reeleição para deputado estadual. O ex-secretário de Gestão, Julio Modesto, assumiu a Casa Civil, enquanto a adjunta Juliana Ferrari responde interinamente pela Secid.

Nos próximos dias, deve ser exonerado o titular da Secretaria de Educação (Seduc), Marco Marrafon (PPS), que planeja concorrer a deputado federal, e será substituído pela adjunta de Gestão Educacional e Inovação, a professora Marioneide Angélica Kliemaschewsk.

Os secretários de Agricultura Familiar (Seaf), Suelme Fernandes (PSB), e de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Carlos Avalone (PSDB), devem sair para encarar a corrida pela Assembleia Legislativa.

Também devem ser exonerados o secretário do Gabinete de Desenvolvimento Regional, Antônio da Paz (PEN), que avalia se candidatar a deputado federal, e o secretário de Cultura, Kleber Lima (SD), que embora tenha sido anunciado como pré-candidato a deputado estadual, disse que não pretende disputar neste ano.

Os substitutos deles ainda não foram anunciados.

Segundo escalão

Outras nove pessoas podem deixar o segundo escalão do governo, que inclui presidentes de órgãos e secretários-adjuntos. O presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Cândido Teles (SD), deve sair para concorrer à Assembleia Legislativa.

O presidente da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager), Eduardo Moura (PSD), já pediu demissão do cargo, e o da Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer), Layr Mota (PSD), deve fazer mesmo. Ambos acatam a decisão partidária de se tornar independente do governo e, também, ficam livres para disputar cadeiras de deputado estadual

Na Casa Civil, que fica sem o titular Max Russi, outros três podem sair: a adjunta de Relações Políticas, Paolla Reis (PSDB), deve concorrer a deputada estadual; o adjunto de Ação Governamental, Carlos Brito (PSDB), avalia sair para disputar a Assembleia; e o assessor especial Roberto Campos Correa, conhecido como Beto Correa (PRTB), deve concorrer a deputado federal.

Na Sedec, além do secretário Avalone, dois adjuntos estão de saída: o de Turismo, Luiz Carlos Nigro (PSDB), que deve ser candidato a deputado federal, e o de Empreendedorismo e Investimentos, Leopoldo Rodrigues (PSDB).

Na Seduc, além do titular Marrafon, deve deixar o cargo o adjunto de Esportes, Leonardo de Oliveira (PPS), para disputar uma vaga de deputado estadual.

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