Sem impacto para o motorista

Rogério Gallo lembra que alíquotas já foram reduzidas em Mato Grosso e, mesmo assim, preços nas bombas de combustível não baixou

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Apesar do impacto que deve ter nos cofres estaduais, a redução do ICMS sobre os combustíveis, aprovada no Congresso Nacional, pode não se refletir nos postos, ou seja, no bolso do motorista.

A avaliação é do secretário-chefe da Casa Civil, Rogério Gallo, que lembra que o próprio Governo do Estado já reduziu as alíquotas desde o início do ano e, mesmo assim, o preço dos combustíveis não caiu.

“E não diminuiu por conta da Petrobras, que segue a política de preços praticada no mercado. Quem garante que com essa redução o preço vai reduzir?”, questionou.

A cobrança do Governo, conforme Gallo, é para que essa perda de receita do Estado e de investimentos em áreas essenciais não se torne em vão.

“Esses valores que não serão arrecadados deixam de ser investidos em Educação, Saúde, Segurança, Social, e outras áreas. O nosso temor é que, novamente, a redução vire margem de lucro dos acionistas da Petrobras, que tem batido recordes de lucros às custas de penalizar o cidadão com preços estratosféricos”, frisou.

(Com Assessoria)

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorBrasil se torna o maior exportador de carne bovina do mundo
Próximo artigoProprietários de veículos com placa final 6 têm até dia 30 de junho para pagar o licenciamento