A promotora de Justiça Fânia Amorim de Oliveira conseguiu anular a pena administrativa de censura que havia sido aplicada pelo procurador-geral de Justiça, na quinta-feira (02/02). O Tribunal de Justiça considerou inconstitucional o julgamento do procurador-geral em processos disciplinares, pois isso deveria ser feito pelo Colégio de Procuradores.
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