Sem celular e internet, mais pobres não recebem auxílio do governo, diz FGV

Classes D e E com mais dificuldades são as que mais tiveram dificuldade

Marcelo Camargo / Agência Brasil

A exclusão digital prejudicou o acesso das famílias mais pobres ao auxílio emergencial durante a pandemia. A informação é de um estudo liderado pelo Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

As classes D e E são as que mais têm dificuldades de acesso a celular e internet de qualidade. Segundo a FGV, 20% dos entrevistados apontam a falta de celular como uma das razões para a não conseguir o benefício.

Além disso, 22% dos mais pobres alegaram ter tentado e não conseguido o benefício por limitações da internet e 28% disseram não ter conseguido usar o aplicativo da Caixa.

O auxílio emergencial voltou a ser pago em abril e tem quatro parcelas previstas neste ano. Segundo o Ministério da Cidadania, 39,1 milhões de famílias estão recebendo o auxílio, que varia de R$ 150, R$ 250 e R$ 375, dependendo da formação familiar.

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