Sem candidato “raiz”

Aliança para o Brasil não terá tempo hábil para ofertar um substituto a Selma Arruda

(Foto: Reprodução)

O partido que o presidente da República, Jair Bolsonaro, está criando não vai ter candidato à vaga que será deixada por Selma Arruda (Podemos) – cassada por prática de caixa 2 durante a campanha – no Senado.

A resolução que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Mato Grosso aprovou para a eleição suplementar prevê – com base na legislação eleitoral atualmente vigente no país – que, para ter um candidato, o partido precisa ter, no mínimo, seis meses de “vida”.

Em outras palavras, o Aliança Pelo Brasil teria que ter registrado seu estatuto junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – o que só pode ser feito depois de a Corte aprovar o nascimento da legenda – em outubro do ano passado.

Além disso, a mesma resolução do TRE determina que o candidato escolhido pela legenda tem que estar filiado ao partido há, pelo menos, seis meses, ou seja, também desde outubro.

LEIA TAMBÉM

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorOperário de Várzea Grande desiste da contratação do goleiro Bruno
Próximo artigoMinha Mãe É Uma Peça 3 se torna a maior bilheteria do cinema brasileiro

O LIVRE ADS