Selma Arruda classifica foro privilegiado como “ato de corrupção”

A senadora eleita faz comparação entre aposentadoria compulsória com foro privilegiado

Selma Arruda lembra que são apenas trechos (Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

A senadora eleita por Mato Grosso Selma Arruda (PSL) afirma que em seu mandato vai atuar no combate à corrupção e se posiciona totalmente contrária ao foro privilegiado (foro especial por prerrogativa de função), condição a qual ela atribui como ato de corrupção.

Selma faz um paralelo entre a aposentadoria compulsória que ocorre na magistratura, quando o servidor é afastado e ainda continua recebendo salário, com o foro privilegiado na política.

“Se você não faz coisa errada não tem que garantir direitos para quem fez. E o foro privilegiado é a mesma coisa. Você garante o foro privilegiado já pensando que vai fazer alguma coisa errada e que vai ter alguma vantagem e benefício com isso”, disse ela, nesta terça-feira (9), em entrevista à rádio Capital FM.

Apesar de sua prioridade pessoal ser o combate à corrupção, a senadora eleita destaca que atenderá como prioridade aos projetos do presidente da República, do qual ela diz ter certeza absoluta de que será Jair Bolsonaro (PSL).

“Se o nosso presidente disser que nós temos que começar a trabalhar primeiro com a reforma política assim vai ser. Se for primeiro na reforma econômica assim vai ser. Se for na reforma tributária assim será”, detalhou.

Selma frisou ainda que vai atuar para estancar as irregularidades dentro da política, para que assim as reformas sejam realizadas. Para isso, ela pontuou a necessidade de leis mais rígidas. “A gente precisa de ações de prevenção, não deixar acontecer. Uma delas é endurecer penas para as pessoas terem medo realmente de praticar esse tipo de crime e outra delas é o enxugamento do Estado. Esses dois passos são primordiais para prevenir à corrupção”.

A senadora eleita destacou ainda que, além do discurso de combate à corrupção, o fato de não ter experiência política colaborou para que fosse eleita. “Não me sinto política, no sentido de politiqueira e acho que isso é que deu esse bom resultado”, avaliou.

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